Estilo Navy - um clássico do verão!


O verão chega trazendo leveza e frescor para o nosso closet. É hora de apostar nas listras e na clássica combinação de marinho, vermelho e branco. Nossas araras estão recheadas de peças navy para o seu verão! Venha nos fazer uma visita ou compre na loja online:





O estilo navy foi criada por Coco Chanel, inspirado no uniforme dos marinheiros franceses. É caracterizado pelas listras e pelas cores marinho, branco e vermelho, além de ícones náuticos como âncoras e cordas. No início era um estilo característico do verão, mas se tornou um clássico para todas as estações.

Estampa de bolinhas para um verão mais colorido e radiante!

Como pode uma estampa reinar assim por tantas décadas?! A gente não sabe explicar essa magia, mas a estampa de bolinhas continua fazendo sucesso e encantando mulheres de todas as gerações.
E a nossa estampa preferida está com tudo no verão da Afer. Tem saias, vestidos, tops, shorts e os clássicos lenços de bolinhas para deixar o seu fim de ano muito mais colorido e com aquele arzinho retrô que você adora!



O mais legal de tudo é que os petit pois são super democráticos: Ficam bem em todo mundo, independente de estilo e idade. Há quem use as bolinhas com ar mais clássico, como numa camisa por exemplo, e há quem se jogue num look mais ousado, misturando bolinhas de cores diferentes.

E se você ama essa estampa, vai curtir as inspirações que separamos lá no nosso Pinterest! Afinal, as polka dots não precisam ficar restritas às roupas. Elas ficam lindas nos acessórios, no papel de parede, nos talheres, no sofá e em qualquer lugar!

Vestido Rita Hayworth para brilhar nas festas



O vestido Rita Hayworth é feito há mais de 20 anos na Afer! Mudamos as cores e as estampas, mas ele é sempre feito em musseline - um tecido delicado que permite um lindo movimento na saia godê guarda-chuva. São usados quase 6m de tecido para cada peça!

 A história desse modelo é super interessante! Nossa estilista Andrea Ferreira encontrou um vestido em um brechó em Paris e se apaixonou perdidamente por ele. A vendedora disse que era um protótipo desenvolvido para um filme da atriz Rita Hayworth e foi fácil acreditar. Não sabemos se a história era verdadeira, mas o vestido veio na mala e trouxe o brilho e o glamour da Rita para nossas araras.

Quer um vestido Rita Hayworth para chamar de seu? :)



Rita Hayworth nasceu com o nome de Margarita Carmem Cansino em Nova Iorque. Era filha do dançarino flamenco Eduardo Cansino e de Volga Hayworth, chefes de uma famosa família de dançarinos ciganos espanhóis. Começou a carreira como dançarina e todos duvidaram que ela fizesse sucesso como atriz, até que veio o filme Gilda. Rita estava no auge de sua beleza e a cena strip-tease, quando ela tira as luvas em cena, entrou para a a história do cinema como um dos momentos mais quentes da Sétima Arte.

Lenço de Namorados – bordados de amor

Neste mês dos namorados o blog da Afer não poderia estar mais especial! Nos apaixonamos pela história do “Lenço de Namorados” português e nos inspiramos nessa arte tão pura e delicada para celebrar o amor no mês mais romântico do ano!

O Lenço de Namorados é um pedaço de tecido – geralmente linho ou algodão – que era bordado pelas moças e entregue aos rapazes com quem elas gostariam de casar. A tradição remete às cidades de  Viana do Castelo, Vila Verde, Telões, Guimarães e Aboim da Nóbrega, todas no norte de Portugal, na região do Minho.

Depois que o rapaz recebia o lenço com a intenção da sua pretendente, ele deveria usar a peça como um sinal de compromisso. Nos bordados prevaleciam as cores primárias e desenhos lúdicos como flores, pássaros e corações. Cada moça bordava a sua frase e seus desenhos, que de alguma maneira tinham a ver com a história do casal.

 

Os erros ortográficos fazem parte de cultura e da poética dos lenços. Originalmente eram feitos por pessoas pouco alfabetizadas e  suas expressões populares se tornaram um rico documento da época. É comum ver a troca do V pelo B, com palavras como “vai” substituída por “bai” ou “beijinho” por “veijinho”, por exemplo. O “coração” também vira “curação” e vários outros errinhos que se tornaram característica especial dos lenços.

O padrão dos bordados ficou tão famoso que passou a ser usado como estampa em várias peças. Hoje a tradição não é mais a mesma entre os casais do Minho, mas o Lenço de Namorados continua fazendo sucesso e é amplamente procurado por portugueses e turistas que visitam a região. Existe uma comissão que atesta se o lenço foi produzido dentro das normas do artesanato português e apenas artesãos certificados podem confeccioná-los.



Agora relíquia mesmo é ter um Lenço de Namorados antigo, bordado há muitas décadas e que foi testemunha de uma linda história de amor. Essa é a beleza do vintage que a gente adora!

Participação do Brasil na Segunda Guerra inspira nova coleção da Afer



À primeira vista Moda e Guerra são temas que parecem não ter a mínima afinidade, mas a verdade é que uma guerra, assim como qualquer outro momento de grande transformação, exerce forte influência sobre a moda, fazendo surgir novos materiais, tecidos, tendências e peças de roupa que entram para a história.

Muitas dessas transformações tiveram como cenário o Nordeste brasileiro, mais precisamente a cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, onde os americanos montaram uma base militar em 1942. Na época a cidade tinha cerca de 50 mil habitantes e chegou a receber mais de 10 mil soldados Americanos. É claro que isso mudou hábitos e costumes e fez surgir tendências de comportamento e de consumo.



De férias em Natal no final do ano passado, a estilista da Afer, Andrea Ferreira, se deparou com alguns livros que contam a história desse período na cidade. Ela ficou encantada pela história da época e se inspirou na estética dos anos 40 para criar a nova coleção da marca.

A presença das tropas americanas em Natal foi muito impactante. A cidade foi invadida por uma nova cultura do dia para a noite. Foi o primeiro lugar do país a usar óculos Ray Ban tipo aviador, a mascar chicletes, consumir leite em pó e até a beber Coca-cola!

As moças da cidade se encantaram pelos americanos e, apesar do clima de guerra dominar o mundo, em Natal o clima era de euforia. O cinema militar da cidade recebia, em segredo, convidados especialíssimos: Os próprios astros de Hollywood! Dizem que Humprey Bogart em pessoa animou uma sessão de Casablanca no teatro aberto da base de hidroaviões. Os artistas eram comissionados para viajar pelos fronts do mundo todo e animar as tropas. Bette Davis também visitou Natal e a orquestra de Glenn Miller tocou no Cine Rex, segundo o historiador José Melquíades.


Para entender as referências que guiaram essa nova coleção é preciso voltar os olhos também para o mundo no período da Segunda Guerra: No livro ‘A moda do século’, François Baudot registrou: “A parisiense emagrece, suas roupas ficam mais pesadas e as solas de sapatos também. (…) assim, a partir de 1940 está proibido mais de que quatro metros de tecido para um mantô e um metro para chemisier (exceção feita apenas para as grávidas). Nenhum cinto de couro deve ter mais de quatro centímetros de largura.”

Durante toda a década, a estética será dominada pelo racionamento de roupas, a economia de botões e outros aviamentos e a reciclagem de peças antigas. Além disso, as mulheres sofrem com o sumiço da meia-calça. Todo o nylon e a seda produzidos na Europa eram aproveitados na fabricação de para-quedas. A alternativa é maquiar as pernas e desenhar um traço fino na parte de trás, lembrando a costura da meia-calça. Essa é uma imagem icônica do período, que ficou associada à estética das Pin-ups.



O lenço na cabeça, usado pelas moças que foram trabalhar nas fábricas, logo foi incorporado ao visual feminino em todas as camadas da sociedade. Os chapéus ficaram mais escassos e aí os turbantes foram a opção encontrada para adornar as cabeças e esconder os cabelos maltratados pela escassez de produtos e de salões de beleza.

E é esse caldeirão de transformações que dá o tom da nova coleção da Afer com as saias mídi, os lenços e turbantes, o glamour old school de Hollywood e um toque de militarismo com influência tropical.

Estamos te esperando aqui na loja pra conferir tudo de pertinho! ;)

 

6 peças que não podem faltar na sua mala de verão!

O verão é uma delícia! Tudo fica mais leve, os dias mais claros e a vida mais divertida. Melhor ainda se você pode viajar nesse período e aproveitar algum lugar diferente – de preferência perto do mar!

Para a mala de verão nossas sugestões são peças clássicas e facilmente combináveis entre si. Ah, e o melhor é que quase tudo você encontra na Afer!

Clássico dos clássicos de verão, a malha listrada é confortável e sempre elegante.
Pode ser usada com short jeans durante o dia, ou com uma saia lápis para um coquetel na praia à noite. Circula por todos os lugares sem perder o estilo!

Leve algumas camisetas básicas, de cores diferentes, para criar vários looks! A vermelha é indispensável para produções com inspiração navy.

O jeans é a base perfeita para qualquer look em dias de calor. O shortinho é leve, despojado, vai por cima do biquíni, pode ser usado com camiseta, com a marinière e com o que mais sua criatividade permitir.

É claro que não pode faltar um vestido colorido e radiante para arrasar na sua viagem de verão! Esse modelo amarelo - que a gente ama - é super solar e tem
uma estampa lindíssima!

A saia lápis com comprimento mídi é uma peça atual, que vai dar um refresh nos seus looks. Perfeita para um jantar naquele restaurante descolado à beira mar...

E não pode faltar um chapéu Panamá para te proteger do sol e fazer muito charme por aí!

Enjoy the summer!

Blogueiras plus size que arrasam no estilo!

Elas são lindas, estilosas, adoram moda, criam looks incríveis e são cheias de curvas - uma silhueta muito mais próxima das mulheres reais do que as modelos que costumamos ver nos catálogos. Talvez por isso elas façam tanto sucesso!

Se você ainda não conhece, vamos apresentar três blogueiras que estão inspirando as mulheres do mundo todo com seus looks maravilhosos:

Tanesha Awasthi

Ela tem 32 anos, mora em São Francisco, nos EUA, e é a blogueira por trás do Girl With Curves. Além de ter um estilo único e um senso estético apuradíssimo, Tanesha também tem um cabelão cacheado que faz o maior sucesso! Ela conta que, até os 22 anos, não gostava do próprio cabelo e não curtia sua imagem.

Depois, tudo mudou e ela ficou mega confiante – e ainda mais linda! Adoramos especialmente os looks que ela usa com saias mídi!

Nadia Aboulhosn

Nadia mora em Nova Yorque e já apareceu em várias revistas de moda do mundo todo. É uma referência quando se fala em moda plus size! Ela adora quebrar regras e costuma usar looks de arrasar, contrariando toda aquela coisa chata de que mulheres com curvas não podem usar isso ou aquilo.

Ju Romano

E é claro que não poderia faltar uma brasileira na nossa lista! Ju Romano é jornalista, colunista de moda e beleza e tem um blog onde compartilha looks lindos diariamente. Ela é super feliz com o próprio corpo e já foi até capa da revista Elle! Ju adora um olho gatinho e tem uma quedinha especial por peças vintage e retro. Já sabem porque nós adoramos os looks dela, né? :)

O estilo vintage de Lily Collins

De vez em quando aparece alguém na mídia com um je ne sais quoi que encanta a todos. É o caso da atriz britânica Lily Collins e a gente sabe muito bem o porquê do fascínio que ela vem despertando. É um misto de talento, simpatia e muito estilo!

Com 26 anos de idade, Lily começou a carreira na infância, inspirada pelos filmes da Disney. Ela é filha do cantor Phil Collins, que em entrevista recente disse que se sente muito feliz em ver que a filha é mais conhecida do que ele hoje em dia.



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As incríveis fachadas coloridas por mulheres na África do Sul

Nossa paixão pelo continente africano nos leva a muitas histórias incríveis. Essa semana encontramos uma dessas histórias inspiradoras que achamos o máximo!

Na África do Sul, em Botshabelo, na parte sul do país, existe uma aldeia chamada Ndebeles. O lugar é muito conhecido pelo trabalho com miçangas coloridas. Mas as core inspiram muito mais do que a produção de acessórios com miçangas. Os moradores se vestem com tons vibrantes e existe a cultura de colorir as fachadas das casas com formas e cores que seguem um padrão característico da aldeia.

E o mais bacana de tudo é que a tradição vai além da estética das fachadas: Na verdade, toda padronagem nas “lâ umuzi” (conjunto fechado de habitações) vem de uma antiga tradição, passada de geração em geração pelas mulheres da aldeia.

Isso mesmo! As pinturas são feitas somente pelas mulheres, que são reconhecidas como especialistas na decoração dos muros no local.

Além de fazer parte do visual da aldeia, uma casa com a fachada colorida indica que ali há uma mãe, esposa ou irmã, que cuida da tradição e é responsável por manter viva uma cultura antiga.

Demais, não? Pura inspiração!

A Incrível História de Adaline

Já imaginou como seria nunca envelhecer e viver para sempre? Num primeiro momento você pode pensar “maravilha!”, mas e depois de algumas décadas, quando todos que você ama morrerem? Já imaginou conhecer um grande amor, construir uma família, fazer amizades… Sempre sabendo que todos eles irão um dia e você continuará por aqui?

Esse é o drama da personagem Adaline, do filme ‘A Incrível História de Adaline’. Vivida por Blake Lively, a moça sofre um acidente de carro na juventude e depois disso simplesmente para de envelhecer e se torna imortal.

O acidente acontece na década de 30 e o filme mostra a vida de Adaline até os dias atuais. Tão importante quanto a história é o figurino! A protagonista passa pela Segunda Guerra nos anos 40 e as adaptações que a moda precisou fazer devido à escassez de matéria prima, o glamour dos anos 50, a revolução dos 60, a onda de ‘Paz e Amor’ dos 70 e assim por diante.

A figura de Blake Lively ajuda a segurar o figurino. A atriz ganhou o coração das meninas com a personagem Serena van de Woodsen em Gossip Girl, uma fashionista assumida que fez a gente suspirar com looks incríveis em todas as temporadas da série.

Agora ela surge lindíssima em Adaline, com mudanças bruscas de cabelo e estilo, que fazem a gente perder o fôlego a cada nova foto de divulgação.

Veja o trailer do filme e já anote na agenda: estreia no Brasil no dia 21/05!

Os anos 70 estão de volta!


A década de 70 foi um período riquíssimo para a moda, as artes e o os movimentos sociais. Como deixou um legado muito expressivo, podemos dizer que os anos 70 nunca saíram da moda de fato – é só pensar no jeans por exemplo, que se popularizou naquela época e reina até hoje. Mas, de uns tempos pra cá, observamos uma referência mais forte aos 70’s nas criações atuais. E, nas últimas semanas de moda, a década se firmou completamente como a inspiração mais expressiva da temporada.

O que isso significa? Que estamos numa época de muita referência boho, calças boca de sino, peças handmade - como croché e tricot, vestidos longos com estampa liberty (aquele floral miudinho e romântico), acessórios com referências gipsy, óculos redondos e chapéus do tipo floppy hat – de feltro, com aba larga e levemente dobrada, modelo que a atriz Brigitte Bardot adorava usar!


A década de 70, que viu o florescimento do movimento Hippie e o início do movimento Punk, nos deixou como herança as referências étnicas na moda, as estampas multicoloridas do flower power e um jeito mais relaxado de se vestir. Sem excessos e muito mais leve.

Os anos 70 nos deixaram como legado, a irreverência, a liberdade para usar as tendências misturadas, a coragem para ousar na mistura de cores mais fortes e, acima de tudo, a preocupação com o conforto.

Que bom que tudo isso está na moda de novo!

Os Sapeurs e o culto à elegância na África


Moda e movimentos sociais sempre estiveram muito interligados. A vestimenta faz parte do cotidiano do ser humano e através dela ele consegue se expressar, protestar e até desafiar regimes ditatoriais! Assim aconteceu com os Sapeurs, um grupo que existe desde os anos 60 na África e preserva uma forma muito particular de se vestir.

Eles são integrantes de um movimento denominado ‘Societé des Ambianceurs et des Personnes Élégantes’, fundado na favela de Bacongo, na República Democrática do Congo. O grupo emergiu nos anos 1960, durante o regime do ditador Mobutu Sese Seko, quando o país era conhecido como Zaire. Enquanto o governo de Seko queria a formação de uma identidade nacional, a imposição do uso do abacost (um traje típico masculino) e o afastamento da cultura estrangeira, os Sapeurs escolheram o conceito ocidental de elegância como forma de resistência. 

Assim eles importaram o modelo europeu de vestimenta formal masculina, mas de uma forma toda particular: com muitas cores, estampas e combinações inusitadas de peças. Hoje, além da vestimenta, o grupo também é regido por um rigoroso código de conduta.


“Esteticamente, os Sapeurs podem ser considerados dândis africanos. Mas eles têm uma identidade cultural muito específica, que diz respeito à história do Congo e a seu passado colonial. O sapeur é normalmente alguém que vem de uma classe social baixa, mas com altas aspirações. Eles falam bom francês, sonham visitar a França e consumir marcas de luxo”explica o fotógrafo italiano Daniele Tamagni, que fez um ensaio fotógrafo com os Sapeurs em 2006, que até hoje roda o mundo em exposições.

A cerveja Guinness também mergulhou no universo desses elegantes e coloridos cavalheiros e fez um documentário muito bonito sobre o tema, que vale muito o clique:

E a cantora Solange Knowles já gravou um clipe com participação de vários adeptos do movimento Sapeur:

Incrível e inspirador, não? ;)

Camisa branca: séculos de história e elegância


Muita gente nem imagina, mas a camisa branca que você usa em tantos looks é de origem egípcia e era uma vestimenta reta, costurada dos lados, com abertura somente para passar a cabeça. 

Depois, na época do império romano, a peça ganhou mangas e foi denominada de túnica manicata. Esta manicata era usada com cintos e, em seguida, durante a idade, media passou a ser usada como “roupa de baixo” .

Com o passar dos anos a camisa foi sendo incorporada ao visual do dia a dia e virou símbolo de status. Tanto que, no século XIX, os nobres era diferenciados dos operários em função dos seus colarinhos – colarinho branco (nobres) e colarinho azul (operários). Daí vem a expressão  “crime do colarinho branco” para delitos cometidos por alguém de uma classe privilegiada.



Já no século XX a camisa perdeu a função de separar classes sociais e ganhou mais popularidade, sendo usada por homens e mulheres. 

Mas só virou uma peça icônica graças à Chanel e, mais tarde, à Audrey Hepburn e seu amor pela camisa branca. Depois que a atriz adotou a peça em duas aparições públicas, as mulheres do mundo todo perceberam o potencial fashion da peça e ela habita nossos closets até hoje!

 

Pied de Poule, a padronagem que é a cara do inverno!



“Pied de poule” em francês quer dizer “pé de galinha” e assim ficou conhecido no mundo da moda esse xadrez miúdo, resultado de fios entrelaçados, formando uma imagem semelhante à pegada de uma ave. Quando a padronagem é maior, com quadradinhos mais largos, se chama pied de coque (pé de galo).

Este tipo de tecido de lã foi muito popular na aristocracia Inglesa do século XIX e XX. Até os anos 20, era usado exclusivamente no guarda-roupas masculino. Foi Coco Chanel quem primeiro introduziu o pied de poule na moda feminina, usando essa padronagem em um tailleur clássico que logo conquistou as mulheres.



Elegante e atemporal, o pied de poule era mais associado a peças de inverno porque, até bem pouco tempo, só era confeccionado em tecidos mais pesados, principalmente o tweed.

Hoje o pied de poule está mais democrático e aparece em tecidos leves, t-shirts e até estampando acessórios. As cores também se misturam na padronagem e o clássico preto e branco pode ser substituído por azul, vermelho e cores mais fortes como o pink.

O bacana para um visual moderno é fazer misturas no look, usando o pied de poule com outras estampas ou peças mais leves e joviais. Assim você evita um look muito “datado” ou carregado e imprime personalidade ao clássico.

 

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